sexta-feira, 26 de abril de 2013

BH implanta BRT inspirado em Curitiba

BRT Mineiro

Belo Horizonte é uma das maiores cidades do país, como não poderia ser diferente, também compartilha de um dos principais problemas do país, a mobilidade urbana que sofre com engarrafamentos quilométricos, um sistema de transporte já saturado e ineficaz com super lotação do Metrô, ônibus e congestionamentos.

A prefeitura de Belo Horizonte fez estudos sobre qual o melhor sistema de transporte para capital mineira, foram levados em consideração vários modos de transportes  entre eles se destacaram a ampliação do metrô, implantação de um BRT na já existente ”Bus Way” das Avenidas Antônio Carlos e Cristiano Machado, o Bonde e o Trólebus também foram levados em consideração e ate mesmo o VLS (Veículo Leve sobre Trilhos) foi cogitado.

Obras do BRT: cidade terá três linhas
Mas a solução para o transporte público da capital mineira foi encontrada na cidade de Curitiba, a menina dos olhos do Sul. Com pouco mais de Um milhão e Setecentos mil habitantes, a capital do Paraná é conhecida por sua beleza e alto grau de desenvolvimento, se destacando em seu transporte público que é um dos melhores da América latina inspirando o TransMilênio de Bogotá que é um sistema de transporte criado a partir do sistema de transportes curitibano.

Escolhido o sistema de BRT de Curitiba, a capital mineira agora já esta em fase de finalização das obras do BRT Belo Horizonte que vai ligar as Regiões de Venda Nova, Pampulha, Região Norte, Leste, Centro e Centro-Sul da capital mineira, o sistema transportará mais de 1 milhão de pessoas por dia e desafogará o Metrô e os ônibus convencionais.

Obras da estação BRT Av. Santos Dumont
A primeira opção em investimento era o Metrô da capital mineira, mas como essa obra duraria anos para ser finalizada a prefeitura foi obrigada a optar pelo BRT que é mais rápido e utilizou as já prontas ”Bus Way” das Avenidas Antônio Carlos e Cristiano Machado. A FIFA exige que as cidades sedes dos jogos da Copa do Mundo invistam em melhorias em segurança e seus transportes públicos, e o sistema de transportes de Curitiba mostrou ser o mais eficiente dentre todos com tempo de implementação curta e eficaz.

sábado, 20 de abril de 2013

Prédio do Arquivo Público do Pará será restaurado



O Arquivo Público do Estado do Pará - APEP, completou na última terça-feira (16), 112 anos. Atualmente, o prédio guarda aproximadamente quatro milhões de documentos, arquivos de momentos importantes da história do Brasil, do Pará e da Região Amazônica. Sem dúvidas, é um dos mais ricos acervos da região. 
E para a grande alegria de todos que torcem pela conservação de nossa história, o Governo do Estado espera em breve, licitar a obra de restauração do prédio histórico, em um projeto orçado em R$3,6 milhões. 
Para isto, já se estuda a transferência do acervo do APEP para outro espaço público, provavelmente, o prédio da Imprensa Oficial do Estado - IOE, que será desocupado pela Funtelpa, que ganhará sede nova. 
Em um belíssimo trabalho, os servidores do Arquivo Público e voluntários estão digitalizando todos os documentos e livros a fim de preservar a memória do Estado. Recentemente, o secretário de Cultura do Estado, Paulo Chaves expôs a situação do local e apresentou o projeto do Governo para restaurá-lo.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Traços de Oscar Niemeyer inspiram criação de linha de joias


A joalheria brasileira de prestígio internacional, H.Stern lançou esta semana uma nova linha de joias inspirada nas obras do arquiteto Oscar Niemeyer. Segundo a empresa, as peças foram projetadas e aprovadas pelo próprio Niemeyer em seu último ano de vida. Em 2008, quando o Niemeyer completou 100 anos, a empresa criou a primeira coleção baseada em seus desenhos.

Ao todo, são 34 novas joias, em ouro amarelo ou branco com diamantes, divididas em nove grupos: Pássaro, Rampas, Alvorada, Orlas, Monumento, Traços, Flor, Brasília e Copan.

Os anéis, brincos, pendentes e pulseiras possuem contornos sinuosos, linhas leves e contínuas assim como, de acordo com a H.Stern, a obra de Niemeyer.

 
 
 
 

(Fonte: PiniWeb)

Um MAR de arte

Imagine surfar em uma grande onda. Só que esta onda não é feita de água, e sim de arte. Esta onda está localizada na mais nova casa da arte na cidade do Rio de Janeiro, o Museu de Arte do Rio. O novo espaço custou R$ 76 milhões e está situada na zona portuária da cidade maravilhosa, integrando o projeto de revitalização dessa região da cidade. A estrutura em forma de onda pesa mais de 800 toneladas e é sustentada por mais de 37 pilares. 
Em seu acervo, estão obras de Aleijadinho e Tarsila do Amaral, além de ícones da arte contemporânea. No total, são mais de 3 mil obras em exposição. 


Confira no vídeo abaixo, detalhes sobre a restauração dos dois prédios: simplesmente fantástico.


Uma observação importante, no meu entendimento: a importância das parcerias públicos privadas são de grandes vantagens à sociedade. É com esse mecanismo, que muitas cidades brasileiras tem ganhado grandes espaços como este no Rio de Janeiro.

domingo, 31 de março de 2013

São Paulo inova com moderno monotrilho

Modal inédito no País chama a atenção pela velocidade executiva e precisão milimétrica das vias e estações elevadas
 
Monotrilho em exposição

A cidade de São Paulo, em especial a zona leste, ganhará ainda este ano, um moderno monotrilho. Será o monotrilho com maior capacidade de transporte do Mundo. Serão 54 trens, com capacidade para transportar até mil passageiros por composição, sendo 48 mil passageiros por hora e mais de meio milhão de pessoas por dia. Com isso, os paulistanos irão fazer em 50 minutos, um trajeto que levavam mais de 2 horas pra cumprido.
O novo sistema modal elevado e segregado do viário é único no Brasil e foi determinante para a escolha, pois possibilita a minimização do impacto da ocupação do viário, uma vez que o mesmo é elevado sobre os canteiros das avenidas, ficando a 15 metros de altura do chão, o que reduz a sombra no solo. Antes de escolher o referido sistema, o Governo de São Paulo, avaliou a opção dos Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs), que foi descartado, pois demandaria a construção de uma canaleta, ocupando uma faixa do viário, semelhante com a que está sendo construída em Belém com o BRT, que detém a metade da capacidade de transporte que o monotrilho.


Além da integração urbanística ao entorno, exigências ambientais envolvem
a implantação de ciclovia ao longo dos 24,5 km do trajeto e bicicletários em todas as estações

Além do custo do monotrilho é 50% a 60% de uma linha de metrô, o novo sistema tem um grande diferencial do ponto de vista da engenharia é a adaptabilidade ao viário. O monotrilho permite vencer curvas acentuadas de até 45 m de raio, acompanhando o desenho do viário, o que seria impossível com trens convencionais.
Monotrilho elevado
Como parte das exigências para licenciamento ambiental, o projeto prevê tratamento paisagístico – com plantio de árvores que integrarão o processo de reurbanização das avenidas por onde o monotrilho passará – e a implantação de ciclovia ao longo dos 24,5 km de extensão das vias e de bicicletários com capacidade para 50 bicicletas em cada estação.
Além de tudo isso, o monotrilho é ecologicamente correto, é movido a eletricidade, logo não polui e não emite ruídos.

Ficha Técnica
Extensão: 24,5 km (podendo chegar a 26,5 km)
Número de estações: 17 (podendo chegar a 18) e dois pátios de estacionamento e manutenção de trens
Quantidade de trens: 54, com sete carros cada e capacidade de transportar mil passageiros cada
Intervalo entre trens: 90 segundos
Velocidade média comercial: 35 km/h
Velocidade máxima: 80 km/h
Capacidade de atendimento: 500 mil passageiros por dia

Engenhão: Interdição resulta da falta de projeto executivo, diz CAU-RJ

Estádio João Havelange, mais conhecido como Engenhão. 
O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU-RJ), Sydnei Menezes, avaliou ontem (27), em entrevista à "Agência Brasil", que a interdição do Estádio Olímpico João Havelange, conhecido como Engenhão, é resultado da falta da cultura no país de um projeto executivo.
Ele explicou que qualquer obra deve envolver três etapas para sua realização. A primeira se refere à apresentação de um estudo preliminar, de concepção arquitetônica e urbanística. A segunda fase é o projeto básico, contendo algumas especificações. “Mas apenas o projeto básico é insuficiente para a obra”.
Para isso, existe o projeto executivo, que define o quantitativo de material, especificações, detalhamentos do projeto, entre outros elementos. “Eu acho que esse é o problema [falta de um projeto executivo] na questão das obras públicas no Brasil”.
Pontos de ferrugens
Menezes acrescentou que isso ocorre no âmbito federal, estadual ou municipal, em todas as regiões do país. “Porque isso é sustentado pela Lei Federal 8.666/93 [Lei das Licitações], que permite isso”, ressaltou. Ele esclareceu que esse procedimento não é ilegal ou irregular, do ponto de vista jurídico. “Mas é imoral sob o ponto de vista técnico”.
O Brasil, segundo Menezes, tem o hábito de executar obras grandiosas sem um projeto executivo. “É uma prática que precisa ser combatida. A postura do conselho é combater esse absurdo no Brasil”.
Ferrugens na cobertura
O presidente do CAU-RJ avaliou que a contratação de obras públicas apenas com projeto básico, sem o detalhamento necessário, causa acréscimos constantes de valor. Foi o caso do Engenhão, cujo custo inicial de R$ 60 milhões, acabou sendo elevado para R$ 360 milhões.
Menezes defendeu que haja concorrência pública para contratar uma empresa que desenvolva o projeto executivo, seguida depois por licitação para a execução das obras públicas. “Como acontece em todo lugar do mundo, menos aqui”.
A chance de erro não é eliminada, mas é reduzida quase a zero, garantiu. ”Porque você tem as especificações detalhadas, os projetos complementares detalhados. Não é só o projeto de arquitetura. É o projeto de arquitetura e os [projetos] complementares”.

Estádio do Engenhão ainda durante a montagem da cobertura.
(Texto: Portal 2014)

segunda-feira, 25 de março de 2013

Governo do Pará anuncia investimentos em mais dois corredores de tráfego

O governo do Estado anunciou esta semana que vai investir R$ 50 milhões nas obras de recuperação da Rodovia do Tapanã e da Rua Yamada. As obras, que serão realizadas pelo Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM), deverão ser concluídas em 15 mese.
A Rua Yamada será duplicada, em uma extensão de 4,14 quilômetros. A obra inclui terraplenagem, restauração da pavimentação em asfalto e implantação de sistema de drenagem. A via receberá sinalização, iluminação pública, paisagismo e urbanização, com definição de calçadas e ciclovias, em ambos os lados.
O projeto também inclui três rotatórias, que permitirão o acesso a outras vias, como a Avenida Centenário da Assembleia de Deus, Rua John Engelhard e a Rodovia do Tapanã. Nessas interseções já foram identificados diversos problemas de congestionamento, incidentes e acidentes, envolvendo veículos e pedestres, por estarem em uma área quase totalmente habitada e que recebe tráfego pesado, mas sem ordenamento urbano e de tráfego.
Já a Rodovia do Tapanã, com extensão de 5,09 km, passará por uma readequação viária, com serviços de terraplenagem, nova pavimentação em asfalto e a implantação de sistema de drenagem. Também receberá sinalização, iluminação pública, paisagismo e urbanização, com a definição de calçadas e ciclovias em ambos os lados, como forma de preservar ao máximo a faixa de domínio da via, visando uma futura duplicação.
As obras de mobilidade urbana na Rua Yamada e Rodovia Tapanã propiciarão uma melhor circulação de veículos entre o distrito de Icoaraci e o centro de Belém, gerando impactos positivos nos bairros do Tapanã, Coqueiro, Val de Cans, Parque Verde e Benguí, e no município de Ananindeua.
As duas vias formarão um corredor de tráfego e um eixo estruturante, em uma parte da capital paraense que ainda apresenta significativo potencial de crescimento demográfico, mas com dificuldades de acesso.
O NGTM confirmou que as vias terão calçadas com piso tátil direcional e alerta, através de caracteres em relevo, Braille ou figuras em relevo e rampas, a fim de garantir a acessibilidade a pessoas com necessidades especiais.
(Fonte: Agência Pará)

domingo, 24 de março de 2013

Em Manaus, mobilidade urbana não é prioridade para 2014

Obras no Aeroporto de Manaus, Eduardo Gomes

Em 2009, na oportunidade da candidatura da cidade de Manaus, como uma das sedes da Copa do Mundo 2014, o governo do Amazonas, com o então governador Eduardo Braga, prometeu sistemas complexos de transportes que revolucionariam a mobilidade urbana da capital amazonense e que assustavam pelos valores, no entanto acreditavam estar aproveitando a “onda” de investimentos para a Copa. E realmente, o momento é ou era bom, para que as cidades escolhidas arrecadassem fundos para pensar em uma cidade no futuro. Manaus escolheu o monotrilho, que ligaria o Norte ao Centro e que vinha sendo planejado antes mesmo da escolha da cidade, como sede da Copa. Além disso, os amazonenses, assim como Belém, optaram pelo corredor de ônibus (BRT, Bus Rapid Transit), ligando o eixo Leste ao Centro.
Passados quatro anos, simplesmente nada saiu do papel. Problemas no processo licitatório do monotrilho e falhas no projeto do BRT fizeram naufragar as promessas do governo. Em outubro de 2012, o próprio estado do Amazonas jogou a toalha e solicitou ao Ministério das Cidades a retirada das duas obras da Matriz de Responsabilidades, documento que lista os compromissos de cada ente federativo para a Copa de 2014. Juntos, BRT e monotrilho somavam investimentos de quase R$ 1,6 bilhão (R$ 800 milhões só do governo federal). 
Em outubro de 2012, o governador do estado, Omar Aziz, ratificou a exclusão dos projetos, mas minimizou o legado que a Copa geraria através deles. Para o atual governador, o problema de mobilidade em Manaus, se resolve com a decretação de feriado. Foi o que afirmou Omar, recentemente em uma entrevista: “A capacidade do estádio é de 42 mil pessoas e isso cabe facilmente no sambódromo. As pessoas vão, estacionam e não reclamam da mobilidade. No dia da Copa, decreta-se feriado municipal e não haverá problema”.
Correria nas obras, para vexame não ser maior
A decisão acaba com a oportunidade da capital amazonense de resolver graves problemas de mobilidade urbana e que castigam a população de Manaus. A infeliz declaração do governador do Amazonas reflete o descaso em que o assunto “mobilidade” é tratado em maioria das cidades brasileiras. E acentua uma preocupação: a de só herdarmos “elefantes brancos” em nossas cidades e não aproveitarmos para resolver problemas do trânsito e saneamento. 
É certo que até 2014, Manaus não tenha obras de mobilidades prontas. A expectativa é de somente entre 2015 e 2016, o monotrilho e o BRT, possam sair do papel, pois foram reintegrados ao PAC da Mobilidade.
Já o Aeroporto Eduardo Gomes, com 55% das obras prontas, corre contra o tempo, para que a tragédia não seja completa e Manaus não faça feio também nisso.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Arquitetura de resort desafia a gravidade


Resort Sheraton Huzhouque
Lina Bo Bardi revolucionou ao criar o MASP em São Paulo, uma obra que desafia a gravidade. Agora os chineses apresentam uma arte da arquitetura ao Mundo.

É o edifício do resort chinês Sheraton Huzhouque, projetado pelo escritório MAD architects. O projeto desafia a lei de Newton com seu grande vão, tendo 100 metros de altura e 116 de largura. São 321 quartos, entre “simples” e presidenciais. O resort oferece vista para o lago Taihu, na província Zhejiang, na China, com luz natural e ventilação, independente de onde a pessoa esteja. 



(Fonte: Hypeness)

Projeto da nova João Paulo II renova as esperanças da população

Em detalhe, a segunda e maior ponte sobre o Lago Água Preta
As obras de prolongamento da Avenida João Paulo II, em Belém, que interligará a capital à Região Metropolitana e garantirá mais fluidez ao trânsito, renova as esperanças da população que há anos aguarda por uma solução eficaz para o escoamento de veículos na saída da cidade.

O projeto do Governo do Estado deverá entregar 4,7 quilômetros de avenida, estendendo a mesma da Passagem Mariano até o viaduto do Coqueiro (BR-316 com Rod. Mário Covas), no município de Ananindeua; e ficará com duas pistas, três faixas por sentido, ciclovia e calçadas em ambos os lados, além de duas pontes, uma a 60 metros da Passagem Mariano, transpondo a ponta do Lago Bolonha, e a outra a 200 m da Rua da Pedreirinha, transpondo a ponta do Lago Água Preta.

Perfil Viário
 
A nova via de acesso à capital paraense dará suporte para a implantação do Bus Rapid Transit (BRT) Metropolitano, além de, depois de pronto, garantir proteção ao Parque Ambiental do Utinga e aos mananciais que abastecem Belém, os lagos Bolonha e Água Preta. Para isto, a nova João Paulo II, contará com um eficiente sistema de coleta e filtragem da contribuição das bacias de águas pluviais, hoje lançadas diretamente no Parque do Utinga, o que diminuirá a contaminação dos mananciais da cidade e reduzirá o índice de doenças causadas por mosquitos, trazendo mais qualidade de vida para a comunidade.

Detalhamento do prologamento
Com tudo isso, o projeto é marcado pela modernidade e arrojo, onde além da preocupação ambiental, a concepção urbanística prevê uma composição paisagística que se harmonizará com a do Parque, levando a área a se tornar uma das mais belas de Belém e, somada à nova proposta do Parque Ambiental do Utinga, se tornará um ponto de contemplação da natureza, entretenimento, esporte e lazer.

Projeção da 4º pétala a ser construída no viaduto do Coqueiro
Perspectiva da nova avenida João Paulo II
É importante salientar que, além da nova avenida, sete vias que completam o sistema de mobilidade serão requalificadas com pavimentação, drenagem e iluminação pública. São elas: Rua Euclides da Cunha (entre Av. João Paulo II e Av. Almirante Barroso); Rua Moça Bonita (entre Av. João Paulo II e Almirante Barroso); Avenida João Paulo II (entre as ruas Moça Bonita e do Fio); Rua do Fio (entre João Paulo II e Almirante Barroso); Passagem Simões (entre Rua do Fio e Av. João Paulo II); Rua da Pedreirinha (entre Passagem Francisco Novaes e Av. João Paulo II) e Passagem Tancredo Neves (entre Rua da Pedreirinha e Av. Ricardo Borges).

Outro ponto muito importante, é que o projeto inicial deste prolongamento previa a desapropriação de pelo menos 500 casas até Ananindeua. Entretanto, o diretor do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM), garantiu que serão desapropriadas apenas 50 residências.

Licença Ambiental
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), já liberou a Licença Prévia e de Instalação para as obras de prolongamento da Avenida João Paulo II. O edital de formalização do licenciamento foi publicado nesta quarta-feira (13), no Diário Oficial do Estado (DOE), e em jornais de grande circulação.